Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos. Pelo mesmo motivo (Eça de Queiroz)

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Desmascarando um esquerdista

Ainda estou sem tempo para escrever, então estou compartilhando aqui um  pequeno debate que tive recentemente com meu amigo Bruno Bastos, um esquerdista radical, daqueles que acham que tudo é culpa dos EUA, do capitalismo e blá blá blá. O original está no meu perfil https://www.facebook.com/amilton.aquino. Como vocês poderão ver, o Bruno, como todo esquerdista, vai escapulindo de cada assunto, ignorando os cheque-mates que vai levando e mudando de assunto, de modo que um debate que começa com uma questão objetiva e atual termina com uma questão filosófica e, claro, uma saída pela tangente. Divirtam-se.

Tudo começou logo após os atentados em Paris, quando publiquei um vídeo com o seguinte comentário:

A coisa é mais séria do que parece. Você sabia que a taxa de natalidade dos islâmicos é seis vezes maior que a europeia? Isto significa que em pouco mais de três décadas a Europa, o berço da civilização ocidental, terá como maioria de sua população muçulmana. Se está difícil agora que eles são minoria, imagina como será quando forem maioria.

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A tragédia síria é a tragédia do Oriente Médio: ausência de liberdade econômica

menino-sirioDe tempos em temos uma fotografia impactante dá uma chacoalhada na humanidade. Este é o caso da chocante imagem do menino sírio morto em meio a tantos outros naufrágios menos retratados. Como as coisas chegaram a este ponto? O que fazer diante de tal tragédia humanitária? De quem é a culpa? São algumas das perguntas que imediatamente nos vem à mente.

Explicações e acusações sobram para todos os lados. Há os que acusam Bush pela invasão ao Iraque que retirou Saddam Hussein do poder e propiciou que grupos minoritários e ainda mais radicais como o famigerado Estado Islâmico ascendessem; há os que acusam a direita xenófoba europeia de fechar as portas aos refugiados; há os que reclamam da passividade da nova política norte-americana ao não comandar uma coalizão internacional para acabar com tais grupos radicais; e há a crítica mais comum das esquerdas que, como sempre, culpa o ocidente, a globalização e o capitalismo, por todas as desgraças da humanidade.

Concordo em em algum grau com algumas das explicações citadas, mas discordo veemente da explicação esquerdista.  Primeiro, porque considero a civilização ocidental, baseada na filosofia grega, no direito romano e no cristianismo, o que há de mais civilizado que a humanidade já conquistou e, portanto, deveria ser preservada e não combatida. Segundo, porque a globalização, ao contrário do que os esquerdistas pregam, é a maior responsável pela ascensão de dezenas de países ao clube dos ricos nas últimas décadas. Terceiro, porque foi o capitalismo propiciou a incrível geração de riquezas que retirou da miséria absoluta bilhões de pessoas, desde a Revolução Industrial. E poderia ter tirado muito mais, caso não existissem os movimentos coletivistas de esquerda que procuram sempre boicotar o livre mercado onde quer que este tente se estabelecer ou, pior, quando tentam pelas vias armadas as famigeradas revoluções socialistas que levaram a morte mais de 100 milhões de pessoas no século XX, sempre com o “nobre” objetivo de construir o tal “novo homem”.

Quem são, portanto, os maiores responsáveis pela tragédia da Síria que hoje leva os milhares de refugiados à Europa? Leia mais

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Os terroristas islâmicos e o apoio silencioso da esquerda mundial

terroristasAcompanhei a repercussão do ataque terrorista ao Charlie Hebdo em vários veículos de comunicação, da esquerda à direita. Todos, com a única exceção do Reinaldo Azevedo, fazem questão de enfatizar a diferença entre o islamismo e os terroristas islâmicos.

Ok. Radicais existem em qualquer religião e o todo não pode pagar pelos atos de uma minoria. No entanto, me incomoda o fato dos próprios islâmicos não saírem às ruas em seus países para demonstrar a não concordância com os atos terroristas.

Ora, quem cala consente. E é no silêncio da parte não violenta do islã que o radicalismo prospera, inclusive nas nações que os receberam como imigrantes, muitas vezes fugindo do radicalismo de seus próprios compatriotas em suas nações de origem.

Como então surgem terroristas filhos de imigrantes já radicados há anos em democracias ocidentais? Como é possível cidadãos nativos de democracias ocidentais abandonarem tudo, inclusive suas famílias, para lutarem até a morte pelo islamismo? Leia mais