Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos. Pelo mesmo motivo (Eça de Queiroz)

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Delação de Bumlai confirma pagamento a chantagista de Lula sobre assassinatos

isto_eÀs vezes a realidade é tão dura de encarar que algumas pessoas simplesmente a negam. Simplesmente se negam a ver o que está bem diante dos olhos. Os assassinatos dos ex-prefeitos do PT Celso Daniel e Toninho do PT, em um intervalo de apenas quatro meses, é um desses casos. Aliás, não apenas deles, mas de mais sete pessoas relacionadas ao caso.

Quando aconteceu a série de assassinatos Lula estava em plena ascensão nas pesquisas, nos braços do povo e nas graças da imprensa. Como acreditar que o PT tivesse algum envolvimento em um caso tão escabroso?

Pois é. Pouco depois a família do Celso Daniel teve que fugir do país para não morrer também, Lula venceu a eleição e o caso caiu no esquecimento. Só recentemente alguns fatos novos começaram a trazer algumas luzes sobre o que realmente aconteceu. Já escrevi sobre o assunto e, portanto, transcrevo um trecho: Leia mais

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Como continuar sendo petista?

tati_bernardiO título do artigo tomei emprestado da colunista da Folha de São Paulo, Tati Bernadi, petista desde criancinha até esta semana quando, finalmente, jogou a toalha ao perceber que não tinha mais argumentos para continuar defendendo o partido (ver aqui). Aliás, ela não foi a única a surpreender nesta semana. O Juca Kfouri reconheceu publicamente que Zé Dirceu é corrupto no artigo “Por que eles não param?” . Ooooooh!

Claro que isso não significa ainda que ele tenha virado coxinha, mas já é um primeiro passo. Embora tenha jogado a toalha quanto ao Dirceu, lá pela metade do artigo ele faz o seguinte questionamento: “Não dava para ter parado antes de ficar evidente que os meios eram ilícitos e tornar as punições inevitáveis?”

Sim. Ele disse isso. Ou seja, se Dirceu tivesse parado de se corromper depois que foi preso pela primeira vez, tudo bem.

Os casos de Tati Bernadi e Juca Kfouri são emblemáticos, pois eles sintetizam os dois principais argumentos que ainda tentam “justificar” alguém continuar sendo petista. No caso da Tati, ela revela que todas as vezes que lhe faltavam argumentos, procurava enganar a si mesma com o mote “mas tanto foi feito pelos pobres”. Compreendo, Tati. Passei pelo mesmo dilema, só que há quase uma década. Apesar do atraso, antes tarde do que nunca. Bem vinda ao clube da chamada “imprensa golpista”. Leia mais