Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos. Pelo mesmo motivo (Eça de Queiroz)

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13 lições sobre o PT confirmadas na entrevista da Marta Suplicy

marta_suplicyJá escrevi vários artigos sobre as canalhices do PT, mas nada como ouvir da boca de uma de suas fundadoras (mais uma a enxergar o óbvio) algumas verdades que o exército de idiotas úteis do partido insiste em negar.

A entrevista não é mais novidade, mas só agora tive um tempinho para escrever. Portanto, para quem ainda não a leu, segue o link do Estadão.

Antes de mais nada, devo esclarecer que o termo “idiota útil” usado aqui não é um xingamento gratuito, e sim o termo usado pela cúpula dos camaradas comunistas do século passado para descrever a militância inocente que abraçava com fervor a ideologia marxista, mas não sabia quase nada sobre as canalhices que aconteciam nos bastidores entre suas lideranças. O século XX terminou, o comunismo ruiu, mas os idiotas úteis continuam mais ativos do que nunca, como veremos a seguir.

Então vamos às lições…

1 – A entrevista confirma tudo o que alguns colunistas falavam sobre os bastidores da campanha, mas que eram sistematicamente negadas pelo partido.

Quando as notícias não lhes interessam, os petistas adoram acusar a imprensa de conspirar, de mentir e fazer tudo para prejudicar o PT. Na prática, o PT sempre usou a imprensa tanto para atacar adversários quanto para se promover. Felizmente o PT ainda não conseguiu controlar toda a imprensa. E a cada novo escândalo repercutido, maior o empenho do partido em aprovar seu antigo projeto de “regulação” da mídia. Não por acaso, a presidente que continua muda e sumida desde as eleições fez uma única aparição recentemente para falar sobre o que? Sobre regulação da mídia. Leia mais

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Os terroristas islâmicos e o apoio silencioso da esquerda mundial

terroristasAcompanhei a repercussão do ataque terrorista ao Charlie Hebdo em vários veículos de comunicação, da esquerda à direita. Todos, com a única exceção do Reinaldo Azevedo, fazem questão de enfatizar a diferença entre o islamismo e os terroristas islâmicos.

Ok. Radicais existem em qualquer religião e o todo não pode pagar pelos atos de uma minoria. No entanto, me incomoda o fato dos próprios islâmicos não saírem às ruas em seus países para demonstrar a não concordância com os atos terroristas.

Ora, quem cala consente. E é no silêncio da parte não violenta do islã que o radicalismo prospera, inclusive nas nações que os receberam como imigrantes, muitas vezes fugindo do radicalismo de seus próprios compatriotas em suas nações de origem.

Como então surgem terroristas filhos de imigrantes já radicados há anos em democracias ocidentais? Como é possível cidadãos nativos de democracias ocidentais abandonarem tudo, inclusive suas famílias, para lutarem até a morte pelo islamismo? Leia mais

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Três possíveis cenários para um governo que já começa velho

dilma_posseO segundo governo Dilma começa com a mesma cara do primeiro: desastrado. Um dia após o novo ministro do Planejamento anunciar que pretendia mudar a regra de reajuste do salário mínimo, eis que Dilma reaparece, com a simpatia que lhe é peculiar, cobrando que o ministro volte atrás na afirmação (ver aqui). Ou seja, é um governo que continua na sua linha de dar uma no cravo e outra na ferradura, o que só alimenta as incertezas e o pessimismo do mercado.

Se a Dilma chegou a surpreender positivamente os agentes econômicos na última semana de 2014, permitindo as primeiras medidas impopulares que fizeram a vaca da campanha da Dilma tossir, eis que agora ela coloca seu ministro do Planejamento numa saia justa já no seu primeiro pronunciamento.

Com tal atitude, Dilma pode até ficar bem na fita com seus eleitores mais à esquerda, mas reforça o principal temor do mercado: de que ela continue sendo ela mesma. Os primeiros indícios de que ela não aprendeu nenhuma lição do primeiro mandato apareceram já no seu discurso de posse, com excessos de autoelogios e sem nenhuma autocrítica. E não por acaso, a bolsa despencou 3% no primeiro dia útil do ano.

Indiferente à piora de todos os indicadores econômicos, estagnação dos indicadores sociais e até a piora de alguns como, por exemplo, o aumento de indigentes que cresceu de 10,08 milhões, em 2012, para 10,45 milhões em 2013 (ver aqui) a presidente considera cumprida a meta do seu primeiro mandato de “a erradicação da pobreza extrema”, como se os mais de dez milhões de indigentes não existissem. E olha que os dados do desastroso ano de 2014 nem foram computados nesta última pesquisa do IBGE… Leia mais