Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos. Pelo mesmo motivo (Eça de Queiroz)

By

Os três maiores mitos do PT

lula_e_dilma

Nestes doze anos de debates intensos na Internet algumas conclusões são consenso até mesmo entre petistas. Vejamos:

 

 

  • O governo do PT foi beneficiado por um contexto internacional favorável.
    Até mesmo Lula já reconheceu isso. Não só o crescimento mundial foi acelerado a partir de 2003, como também os países emergentes foram ainda mais beneficiados pela aceleração, tanto que, pela primeira vez na história, o conjunto do PIB dos países emergentes ultrapassou o conjunto das economias avançadas. Só para ilustrar a diferença de cenários, a renda per capta mundial, que passou os oito anos de FHC estagnada em U$ 5,2 mil, pulou para U$ 9 mil já em 2007. Os nossos termos de troca subiram de 0,8 por dólar no final do governo FHC para 1,4 de dólar já no segundo ano do mandato de Lula. Com mais dinheiro entrando com as exportações, toda a economia foi irrigada, gerando o circulo virtuoso do desenvolvimento verificado a partir de 2004. Portanto, qualquer que fosse o presidente a substituir o FHC teria sido beneficiado com o cenário externo e, portanto, teria mais dinheiro disponível para investir.
  • O governo do PT colheu os frutos das reformas implementadas pelo governo FHC.
    Até mesmo Dilma já reconheceu isso. O governo do PT foi o primeiro, desde a década de 80, a assumir sem ter como principal desafio acabar com o “dragão da inflação”. As dificuldades enfrentadas por Lula no primeiro ano de governo foram decorrentes justamente da piora dos nossos indicadores devido ao temor do mercado de que o PT mudasse a macroeconomia construída a duras penas por FHC. Ao reforçar ainda mais as metas do tripé econômico herdado, o governo do PT acalmou o mercado e os indicadores econômicos em poucos meses retornaram aos patamares anteriores a “Crise Lula”. Livre das preocupações com a macroeconomia, o governo do PT assistiu a rápida expansão dos investimentos dos setores privatizados na era FHC. As teles multiplicaram o número de celulares, telefones fixos e TVs a cabo numa velocidade duas vezes superior ao crescimento do PIB; a Petrobrás triplicou sua produção em dez anos, depois que foi aprovada a quebra do monopólio do setor, em 1997; a Embraer tornou-e a quarta maior fabricante de aviões do mundo; a Vale chegou ao posto de segunda maior mineradora do mundo, entre outros exemplos de aumento de competitividade. Portanto, qualquer que fosse o governo a substituir FHC, teria assistido a melhora significativa de tais setores, criando milhões de empregos, fortalecendo a economia e aumentando significativamente a arrecadação do governo. Com mais dinheiro em caixa, o governo do PT pode se dedicar a agenda fácil do desenvolvimento: aumentar os investimentos.
  • O governo do PT não aproveitou o cenário positivo para continuar as reformas agendadas no governo FHC.
    Quando oposição, o PT votou contra todas as grandes votações que ajudaram o país a ser apontado como um dos BRICs, em 2001. Portanto, o Brasil se tornou um Bric antes do PT chegar ao poder, simplesmente por ser um país continental que tinha efetuado reformas estruturais na década de 90 e que entravam na década de 2000 com grande potencial de crescimento. Ao abdicar aparentemente à suas posturas irresponsáveis, o governo Lula assumiu prometendo dar continuidade às cinco grandes reformas agendadas já no discurso de posse do primeiro mandato. Não fez nenhuma. O máximo que chegou foi a pequenas intervenções localizadas e à aprovação do fundo de aposentadoria complementar do setor público, que só entrou em vigor uma década depois, já no governo Dilma. Não por acaso, o famoso “custo Brasil” não reduziu um centavo na era PT, nossa estrutura tributária continua tributando muito quem emprega, reduzindo nossa competitividade, principalmente no setor da indústria. Portanto, qualquer que fosse o governo que tivesse substituído FHC e que tivesse continuado as reformas pendentes hoje estaríamos colhendo seus frutos. O PT não plantou e a consequência disso é que nossa economia cresce no governo Dilma metade da média mundial e a 1/3 dos emergentes e pobres.

  • O governo tem usado truques contábeis para fazer os números parecerem melhores do que realmente são.
    Desde o final do primeiro mandato de Lula, quando foi alterada a metodologia de contabilidade da dívida, o governo do PT iniciou uma escalada de truques contábeis dão descarados que chegou a ser contestado até mesmo pelo FMI e pelo TCU. A hoje mundialmente conhecida “contabilidade criativa” do governo do PT tem sido uma das razões da atual crise de credibilidade que nosso país sofre hoje. Só depois de muita contestação nos meios econômicos é que finalmente o governo recuou um pouco em relação aos artifícios para fazer o superávit primário parecer maior do que realmente é. Chegou a cortar pela metade a meta, afinal a conclusão óbvia é que é melhor fazer um superávit menor, porém honesto, do que dar mil motivos para contestações e um novo rebaixamento nas notas de risco como aconteceu recentemente. Mesmo assim, os truques continuaram, de forma que hoje os economistas já falam que o superávit primário hoje está próximo à zero. O aparelhamento da máquina pública chegou a tal ponto que até mesmo institutos de pesquisa de reputação antes inabaláveis como o IPEA e o IBGE, por exemplo, hoje terem seus dados recebidos com desconfiança.

Agora some estes quatro fatores à máquina de marketing petista e temos então a explicação da coleção de mitos que têm sido criados ao longo desses doze anos pelo PT. Vejamos:

Mito 1: O PT tirou 40 milhões da pobreza!

Este é o maior mito e o mais importante. Aquele que “sintetiza” a era PT. Certamente o PT tem méritos nesta área, mas não o quanto é alardeado pelo marketing petista. Primeiro temos que levar em conta que a redução da pobreza só é possível com o crescimento da economia. E, como vimos acima, a aceleração do crescimento na era Lula teve mais a ver com fatos alheios às ações do governo do PT.

Os milhões que ascenderam no Brasil são proporcionais aos milhões que ascenderam em todo mundo decorrente do deslocamento do eixo de desenvolvimento da economia dos países ricos para os emergentes.  Acreditar que Lula foi responsável por tirar 40 milhões da pobreza é o mesmo que acreditar que Lula mudou o mundo (e não o contrário), afinal o percentual de pessoas que cruzaram a linha da pobreza na China, na Índia, África do Sul e demais emergentes é parecido com o nosso.

Recentemente, o petista José Graziano que coordena a FAO divulgou uma nota pra lá de suspeita elogiando o Brasil que, segundo ele, teria reduzido a pobreza extrema em 75% nos últimos treze anos, dez pontos percentuais a mais que a média mundial, que teria ficado em 65%.

Ou seja, mesmo com o objetivo claro de dar discurso para o PT em plena companha presidencial, Graziano confirma o que estamos afirmando aqui: que a maior redução da pobreza nos últimos anos foi um fenômeno mundial, muito mais fruto da globalização do que realmente de ações governamentais.

Portanto, mesmo que os dados de Graziano estejam realmente corretos, o mérito do PT seria então restrito apenas aos dez pontos percentuais a mais da média mundial. Claro que para este resultado o Bolsa Família teve um papel importante, mas nem isso é mérito do PT, afinal como boa parte da população já sabe o programa foi a junção das diversas bolsas implementadas no governo FHC, inclusive o cadastro único que já estava encaminhado quando Lula assumiu. Se o PT ampliou o número de pessoas atendidas o fez, primeiro, porque o crescimento da economia assim o permitiu. Segundo, porque esta foi a alternativa que o PT encontrou para substituir o apoio perdido da classe média com a divulgação do escândalo do Mensalão, focando no assistencialismo dos menos escolarizados das classes mais baixas. Portanto, com um componente de fins eleitoreiros certamente maior que o simples altruísmo.

Por fim, vale salientar que todos os números fantásticos divulgados pelo PT estão inflados por critérios questionados até mesmo pelo TCU (ver aqui). Segundo o órgão, para tornar os nossos números comparáveis com os critérios internacionais de redução da pobreza, as linhas da extrema pobreza e da pobreza definidas pelo governo, que hoje são de R$ 77 e R$ 154 per capita, deveriam ser hoje de R$ 100,00 e R$ 200,00, respectivamente, por causa da inflação.

Ou seja, a leve melhora nos índices de redução no Brasil em relação à média mundial certamente nos colocaria, na melhor das hipóteses, no mesmo patamar dos demais (se não abaixo), caso os critérios para definição de tais faixas de renda estivessem reajustados conforme aponta o TCU. Neste caso, qual o mérito do PT?

Um outro dado divulgado recentemente pelo IBGE que aponta estagnação da redução da pobreza e da desigualdade no governo Dilma (motivo da correção escandalosa no dia seguinte a divulgação do PDNAD) só reforça a relação destes indicadores com o crescimento da economia que apontamos aqui.

Enfim, existem muitos outros mitos decorrentes da redução da pobreza como, por exemplo, a “ascensão de milhões à classe média”. Para quem não sabe, hoje qualquer família que tenha uma renda per capta superior a R$ 290,00 já é considerado da classe média. Da mesma forma, qualquer família com renda per capta superior a R$ 1.080 já é considerado da classe alta. Ou seja, se um casal de namorados que recebe 1,5 salários cada se casarem, ambos serão considerados da “classe alta”, segundo os critérios do PT!

Mito 2: O PT criou 20 milhões de empregos!

Da mesma forma que a pobreza só diminui com crescimento, o mesmo acontece com a geração de empregos. Portanto, a maior parte dos empregos que Lula e Dilma têm a cara de pau de dizer que criaram, na verdade foram criados por empresas privadas.

O PT criou sim uma ínfima parcela desses milhões de empregos no setor público (100 mil), inchando ainda mais o nosso já pesado Estado, além dos milhares de cargos comissionados distribuídos a sua militância. Teve sim um papel indutor ao expandir consideravelmente a base monetária e ao estimular alguns setores específicos como a construção civil, a indústria naval e a indústria automotiva.  No entanto, tais políticas essencialmente keynesianas, com resultados artificiais de curto prazo, roubam o potencial de crescimento do futuro, deslocando-os para o presente, além de prejudicar outros setores, uma vez que o endividamento da população para comprar carros, por exemplo, reduz a capacidade de consumo de outros produtos da economia.  No longo prazo a conta chega em forma de inflação, estagnação e, por fim, em recessão e desemprego, como estamos vendo agora.  Em outras palavras, a tal “indução” do desenvolvimento só consegue provocar um efeito ilusório de crescimento no curto prazo, tornar a economia mais vulnerável (uma vez que a população está endividada) roubar potencial de crescimento do futuro e provocar distorções na economia cujo preço final será cobrado em forma de crise aguda.

E o ponto de inflexão finalmente chegou. Pela primeira vez desde 2009, o desemprego aumentou (ver aqui). E isso é só o começo. Apesar das tentativas desesperadas do governo em adiar as demissões no setor automobilístico que estão dando férias coletivas, o fato é que não há mais nada que possa ser feito para evita-las. A indústria civil está com R$ 29 bilhões em imóveis encalhados. Em São Paulo, o setor amarga uma queda de mais de 50% das vendas neste ano.

O que há em comum entre estes dois setores? Ambos foram os mais beneficiados pelos incentivos do governo. E aqui se cumpre mais um axioma da Escola Austríaca de economia, segundo a qual os setores mais beneficiados são os primeiros a dar sinais de crise após o ciclo de crescimento artificial.

Ou seja, esgotamos toda nossa raquítica infraestrutura para criar um crescimento artificial que agora vai ser revertido com uma recessão que destruirá os empregos criados artificialmente.

Por fim, vale ainda lembrar que boa parte do “pleno emprego” que o governo do PT diz ter alcançado tem muito a ver com a geração “Nenem” (que não estuda nem trabalha). Segundo dados do próprio IBGE, apenas 54 de cada 100 pessoas em idade economicamente ativa no Brasil estão trabalhando (ver aqui). Além disso o próprio PNAD divulgado na semana passada traz um índice de desemprego de 13%.

Por fim, vale salientar que boa parte dos empregos gerados no Brasil nos últimos anos na verdade não são novos empregos, pois são decorrentes da formalização de empregos que já existiam informalmente. Ou seja, o Brasil passa hoje por uma fase natural do desenvolvimento, fase esta que os europeus experimentaram já nos anos 50. O PT, naturalmente, capitaliza para si todos os bons efeitos do capitalismo, reforçando o paternalismo de que o progresso de um país depende mais das ações dos governantes do que de fato do trabalho da população.

Mito 3: Lula transformou nosso país numa potência internacional, a sexta maior do planeta!

Primeiramente, cabe lembrar que o crescimento da nossa economia que nos levou a sexta posição (hoje estamos na sétima, rumando para a oitava) tem mais a ver com os fatores citados na introdução deste artigo do que realmente com as ações do governo.  Governos não criam riquezas, apenas retiram uma parte dos pagadores de impostos, gastam uma parte com corrupção e burocracia e devolvem apenas uma parte em péssimos serviços.

Feitas esta considerações, voltemos então a uma das chacotas preferidas do PT.

De fato, quando FHC assumiu, nossa economia era a 9ª maior do mundo e, quando saiu, era a 14ª. Durante o governo do PT, ao contrário, não só recuperamos as posições perdidas na era FHC, como ainda ganhamos mais duas.

No entanto, existe um outro dado que coloca em xeque o ufanismo petista. O fato é que o percentual da nossa economia no PIB mundial ficou ainda menor no governo do PT: apenas 2,90% do PIB mundial, dois décimos abaixo do percentual que tínhamos no final do governo FHC!

Então como explicar tal contradição?

Na verdade não há contradição. Este segundo dado é o que realmente importa, assim como o ranking de renda per capta (e não de PIB absoluto, como gosta de mostrar o PT). Primeiro cabe lembrar que o Brasil é o quarto maior país em extensão territorial e conta a quinta maior população do planeta. Portanto, cada ponto percentual que o Brasil cresce vale muito mais em valores absolutos que muitos países com dimensões e populações bem menores, os quais são a maioria. Logo, comparar o PIB do Brasil com países europeus, por exemplo, é como comparar um continente com alto potencial de crescimento com pequenas nações envelhecidas e sem recursos naturais.

Ok, mas já era assim na era FHC, alguém deve estar se perguntando. Por que será então que só agora nossa economia ascendeu no ranking das maiores economias?

É aí onde entra em ação um outro fator fundamental nesta equação: a fase de crescimento rápido de cada país. Todas as nações ricas de hoje tiveram uma época áurea de crescimento que varia de país e de época. É uma fase de crescimento rápido e contínuo que se assemelha à fase de adolescência de uma pessoa.

Esta fase acontece quando ocorre simultaneamente uma salutar combinação de fatores positivos, entre eles uma população jovem (que só acontece uma vez), um bom ambiente para negócios e uma macroeconomia bem definida, com inflação e dívida controladas. Para completar este quadro positivo para o crescimento, quanto mais carente de produtos industrializados é um país, maior seu potencial de crescimento rápido.

Porém, a medida em que o crescimento acontece por anos seguidos, o potencial de crescimento vai diminuindo, pois se antes a maioria não dispunha de bens de consumo duráveis agora a maioria os têm, de modo que as novas vendas deverão motivar o consumidor a substituir um bem que ele já tem e não mais realizar o sonho de tê-lo pela primeira vez. Por outro lado, à medida em que uma nação enriquece, a taxa de natalidade vai diminuindo e a população vai envelhecendo. Eis o caso de boa parte das nações europeias hoje.

Na era FHC, portanto, a macroeconomia ainda estava sendo construída, um pré-requisito para criar o ambiente favorável ao desenvolvimento, que finalmente veio a ser reconhecido pelo mercado em 2001, quando o Brasil foi indicado aos investidores internacionais com um dos BRICs. Ou seja, um dos grandes países do mundo (com grande extensão territorial e com grandes populações) candidatos a se tornarem novas potências.

Mas voltando a era FHC, nesta época, vários países do mundo encontravam-se em plena “adolescência”, como os chamados Tigres Asiáticos e os novos integrantes da recém inaugurada Zona do Euro.  Em poucos anos, a Espanha, por exemplo, ultrapassou o Brasil no ranking das maiores economias. Apesar de ultrapassar-nos, era óbvio que a Espanha (e outros países menores que nos ultrapassaram) não teriam potencial para continuar na nossa frente por muito tempo, da mesma forma que não permaneceremos por muito tempo à frente da Índia, país muito mais populoso que o nosso e que está em fase de crescimento rápido.

Mas eis que na década de 2000 novos países entram na fase de crescimento rápido puxados pela China. Um deles foi o Brasil. No nosso caso, bastou apenas crescer durante cinco anos seguidos na média mundial para que pudéssemos ultrapassar várias economias já envelhecidas, algumas das quais em fase de estagnação.

Portanto, o Brasil apenas foi beneficiado nos anos 2000 por um conjunto de fatores que independeram do governo do PT. O que os petistas ainda se gabam é de ter estimulado a demanda via expansão do crédito. Mas isso não é mérito. É sim gastar uma ficha importante que poderia ter sido usada na época das “vacas magras”. Como já gastou, o governo já não tem mais margem de manobra.

Conclusão:

Estes são apenas três dos principais mitos sobre o governo do PT. Considerando os quatro fatores citados na introdução deste artigo que beneficiaram o governo do PT, temos a explicação de todos os demais mitos criados nos últimos doze anos.

Observe que todas as “conquistas” alardeadas pela máquina de marketing do PT só foram possíveis a partir de 2004 quando os bons ventos internacionais começaram a ficar mais evidentes, iniciando uma sequencia de recordes de arrecadação que praticamente dobrou a capacidade de investimento do governo Lula em relação ao governo FHC.

Logo, as tais “conquistas” do governo Lula são mais consequência dos ventos favoráveis combinado com as reformas efetuadas no governo FHC do que propriamente de ações do governo do PT. Isto fica muito claro quando nos perguntamos quais foram as reformas estruturais implementadas pelo governo do PT. O fato é que sobra muito pouco para um governo de 12 anos. Não houve reformas. Apenas ações localizadas com efeitos pífios e a criação de dezenas de “programas” mais focados no marketing eleitoral do que realmente nos resultados.

Tais resultados ficam mais evidentes quando comparamos nosso país com os rankings internacionais em todas as áreas. Ao contrário do que o PT diz, estamos perdendo posições ao invés de ganhar.

Posts relacionados:

3 Responses to Os três maiores mitos do PT

  1. Kleber Cerqueira says:

    Mais um ótimo artigo, Amilton. Eu só incluiria mais um mito: o de que Lula pagou a dívida externa brasileira.

    • Amilton Aquino says:

      Verdade Kleber. Aliás, tem vários outros. Citei apenas estes três porque o artigo já ficou muito longo. Mas já escrevi vários posts sobre a dívida. Abraço!

  2. Vânia Luz says:

    PT é uma fabrica de invenção de mentiras.