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O Nazismo foi mesmo de direita? (parte 4)

hitler_stalinAs relações entre Hitler e Stalin

Durante muito tempo Hitler monopolizou o título de maior assassino da história, apesar de recentemente surgirem alguns malucos afirmando que o holocausto nunca existiu e que tudo não teria passado de uma armação judaico/americana para justificar a criação de Israel. Ou seja, não importam as milhões de provas de um dos eventos mais bem documentados da história, com imagens e áudio, inclusive. Não importam as milhões de testemunhas oculares vivas, com suas cicatrizes, que relatam em detalhes os eventos negados. Sempre vai existir uma legião de fanáticos dispostos a acreditar em qualquer teoria conspiracionista, como tantas que circulam por aí, infelizmente.

E assim tem sido com Stalin, o maior assassino da história da humanidade que alguns esquerdistas fanáticos insistem em defender. Já antes do  discurso histórico de Khrushchev na cúpula comunista, em 1956, que revelou ao mundo algumas das atrocidades cometidas por seu antecessor, muitos indícios chegavam ao ocidente sobre o que acontecia por trás da cortina de ferro.  Recentemente me deparei com mais uma novidade sobre o período stalinista. Pouca gente sabe, mas mais de seis mil norte-americanos migraram para a Rússia no período da Grande Depressão, sendo que boa parte deles terminou exterminada nos campos de concentração de Stalin (ver aqui).  Não é apenas um livro que traz estas informações. Desde o final da década de 70, pelo menos cinco livros foram publicados sobre o assunto, sem contar com títulos de outras nacionalidades com histórias semelhantes. E sabe quantos desses livros foram publicados no Brasil? Nenhum. Ou seja, mais uma prova do mau-caratismo do Marxismo Cultural que domina o nosso meio acadêmico há décadas.

Desde a queda do comunismo, apesar do ainda nada democrático regime russo e das páginas arrancadas dos arquivos da imprensa oficial, mais historiadores trazem novidades sobre este período sombrio da história da humanidade. Uma delas já não é tão novidade assim: Stalin exterminou mais compatriotas que todas as vítimas do nazismo. Aliás, ninguém matou mais comunistas do que os próprios comunistas. No mesmo ano em que Hitler chegava ao poder, Stalin já havia exterminado milhões de compatriotas, principalmente entre as etnias minoritárias da União Soviética. Ou seja, não foram os nazistas que inventaram os campos de concentração. Eles aprenderam com os comunistas.

Desde 2008, o documentário “The Soviet Story”, fruto de dez anos de pesquisa de um grupo de historiadores europeus, mostrou as ligações entre Hitler e Stalin antes e depois do início da guerra. (ver aqui)

Para quem duvida, o documentário mostra documentos, depoimentos de sobreviventes, historiadores, dissidentes soviéticos, ex-oficiais do Partido Comunista soviético, além de imagens dos líderes alemães e russos sorridentes, brindando e discutindo o andamento da guerra, assim como imagens dos exércitos alemão e russo juntos, saudando seus líderes com o gesto típico da mão levantada, comum aos dois regimes.

O documentário confirma, portanto, as denúncias do dissidente Trotsky, um dos líderes comunistas mais próximos de Lenin (portanto, um candidato natural a substituí-lo), exilado da URSS assim que Stalin tomou o poder e, mesmo assim, foi morto com uma picaretada na cabeça por um agente soviético no México. Ele sabia que estava marcado para morrer e, por isso mesmo, gravou imagens denunciando a perseguição comunista aos judeus, assim como na Alemanha nazista.

Que os dois líderes haviam firmado um pacto, não é nenhuma novidade. Mas, diferente da versão oficial de que se tratava apenas de um “pacto de não agressão”, as novas descobertas mostram que o acordo ia bem além, incluindo um plano de partilha dos futuros territórios ocupados no conflito, o qual seria ardilosamente tramado pelos dois ditadores, a começar pela invasão da Polônia e da Finlândia.

A primeira etapa do acordo foi fielmente cumprida. Os alemães invadiram a Polônia pelo leste e os russos pelo oeste.  Já nesta época, charges de jornais ocidentais já insinuavam a parceria que ninguém queria admitir.

Como a parceria não havia (nem nunca foi) confirmada oficialmente pelos russos, os líderes ocidentais, certamente numa tentativa de sabotar os planos de Hitler, convidaram Stalin para integrar as forças da aliança, convite este que foi devidamente recusado. Ou seja, ele apenas cumpriu seu pacto secreto com Hitler. Stalin só não contava com a traição posterior do seu amigo nazista. Na verdade, eram duas raposas aguardando o melhor momento para dar uma rasteira na outra. No caso de Stalin, o plano era deixar Hitler fazer o maior estrago possível na Europa para depois aparecer como o grande salvador, o que de fato terminou acontecendo. E graças aos historiadores marxistas que dominam as universidades, a vitória dos comunistas sobre os nazistas em plena Berlim caiu como uma luva na tentativa de criar um discurso antagônico entre as duas ideologias, como se o nazismo significasse a extrema direita esmagada pelos comunistas, como aliás a maioria das pessoas ainda acredita hoje.

Analisando os fatos hoje fica fácil ver o tamanho da audácia de Hitler ao invadir o gigante comunista. Porém, do seu fanático ponto de vista, inflado ainda mais com as vitórias fáceis que o levaram em pouco mais de um ano a conquistar boa parte da Europa (inclusive a poderosa França), a humilhante derrota do até então aliado Stalin na frustrada invasão à Finlândia certamente levou Hitler a concluir que as tropas russas eram despreparadas. Não seriam páreo para o competente e temido exército alemão.  O documentário não faz estas afirmações, vale salientar. Apesar de não ser historiador, me parece lógico que a derrota dos russos na Finlândia pode sim ter encorajado Hitler a subjugar também o gigante comunista. E talvez pudesse mesmo, caso o inverno russo não fosse tão rigoroso, fato este determinante na virada dos comunistas, que até então estavam sendo acuados.

Cinco anos depois de lançado o filme documentário, nenhuma refutação séria conseguiu desmenti-lo. A grande maioria da crítica é positiva. Quase todas as críticas negativas vêm da Rússia, sempre acompanhadas de muito ódio e falácias esquerdistas. O mais indignado crítico, Alexander Dyukov, chegou a lançar um livro em contraponto ao documentário. Sua primeira reação ao ver o filme foi: “tive só um desejo: matar seu diretor e queimar completamente a Embaixada da Letônia” (a Letônia é o país de onde o documentário é originário). Daí já dá para ver o quanto o cara é racional e aberto ao debate.

Ao contrário do filme, o livro de Dyukov não teve nenhuma repercussão, pois não conseguiu convencer ninguém sobre as “supostas mentiras” do documentário.

Um outro crítico, menos instável emocionalmente, Ivars Ijabs, afirmou que o documentário contém erros. Solicitado a citar um dos erros identificados, ele diz o seguinte: “No início de 1930 Hitler ainda não havia planejado um genocídio sistemático contra os judeus (..) Todo o mundo sabe que esta decisão foi tomada em 1942 na Conferência de Wannsee em Berlim”. Ora, Hitler fez campanha eleitoral, desde os anos 20, promovendo o ódio contra os judeus. Muitos fugiram da Alemanha antes mesmo da guerra começar, pois já percebiam os rumos regime nazista caso chegasse ao poder. Como afirmar que a ideia de extermínio só veio depois de 1942?

Enfim, quaisquer que sejam os argumentos, provas ou mesmo testemunhos de sobreviventes dos holocaustos nazista ou comunista, sempre vai haver fanáticos tentando tapar o sol com a peneira, afinal o esquerdismo, mais que uma ideologia, virou uma espécie de religião, onde a certeza do “fazer parte do time de iluminados humanistas” torna qualquer argumento contrário parte de uma uma “terrível conspiração de um suposto ente capitalista oculto”.

Como se não bastasse os milhares de neonazistas do mundo todo que ainda conseguem defender Hitler de todas as atrocidades cometidas, mais recentemente surgiu também um autor norte-americano, Grover Furr, que sustenta a incrível tese de que tudo que hoje sabemos sobre Stalin, através do famoso discurso de Khrushchev, é mentira! Uma das provas mais “irrefutáveis” do livro é uma carta de Stalin que dá a entender (aos mais fervorosos comunistas, claro) que o mesmo não sabia de um dos vários genocídios acontecidos na sua gestão! Ou seja, a culpa, como sempre, é dos subordinados. Assim como Lula, ele também não sabia de nada.

Mas o cara “refuta” cada uma das afirmações de Khrushchev com “provas” que exigem do leitor um exercício de fé inabalável nas boas intenções marxistas. Ele só não explica como é que Khrushchev, no auge da Guerra Fria, disputando cada território do mundo com os EUA e tentando conseguir novos adeptos para o projeto comunista, teria a estratégia suicidada de divulgar as monstruosidades de Stalin apenas por capricho, ou talvez por despeita.  E olha que Stalin já havia morrido há três anos e Khrushchev já havia chegado ao ponto mais alto que poderia chegar no comunismo. Haja ressentimento para justificar tamanho tiro no pé!

Portanto, sejam quais forem as contestações, tanto no caso de Stalin quanto de Hitler, até aqui elas se apegam a pequenos detalhes que, mesmo que fossem comprovados de fato, não refutariam a tese central do documentário “The Soviet History”, que mostra as semelhanças e o irrefutável pacto entre Hitler e Stalin, dois parentes bem próximos da árvore genealógica socialista, responsáveis pela morte morte de mais de 100  milhões de pessoas no século XX. Tudo em nome da “construção de um homem melhor”.

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22 Responses to O Nazismo foi mesmo de direita? (parte 4)

  1. Kleber Cerqueira says:

    Olá Amilton.
    Eu sei que o tema não é o Nazismo, mas já que vc citou o documentário “The Soviet Story”, eu recomendo um outro, intitulado “Che Guevara: Anatomia de um psicopata”, com depoimentos de inúmeros ex-companheiros de guerrilha relatando uma outra face do “mito”.
    Abraço.

    http://www.youtube.com/watch?v=oUJKNBH0RhI

  2. Gilx says:

    Amilton, antes de falar do Che, seria bom que você descrevesse outro mito bem atual criado pela mídia mundial no imaginário popular: Nelson Mandela. Caso não tenha ainda lido, este post é bem rico de informações sobre o passado desse suposto pacifista: “A verdadeira face de Mandela”: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1758

    • Amilton Aquino says:

      Gilx, confesso que fiquei surpreso com as informações. Eu sabia por alto de algumas coisas nebulosas do passado esquerdista, mas muito longe do que vi neste artigo. Vou ver outras fontes para poder falar algo. Abraço!

  3. Cavaliers says:

    Aprendemos que stalin foi um assassino. Estive na Rússia e vi muita gente falando bem de Stalin. Lá, não tem esse tratamento forte contra ele. Achei interessante e agora percebo que isso chegou ao Brasil. é algo pra se pensar. Cavaliers

    • Amilton Aquino says:

      Que me desculpem os demais leitores. Mas se tem uma coisa que me tira do sério é ver alguém ainda hoje defender Hitler e Stalin. Puta que o pariu! A própria filha do cara escreveu uma autobiografia que mostra algumas das atrocidades do pai, sua mãe se matou, seu marido foi mandado para um campo de concentração, o filho do primeiro casamento foi abandonado e ignorado durante toda a vida, assim com sua mãe… E ainda tem filho da puta que defende este monstro! Tu tens o que na cabeça?

  4. Sandro says:

    Me lembrei desta crítica do NYT na época do lançamento do The Soviet Story:

    http://www.nytimes.com/2008/10/24/movies/24sovi.html?_r=0

    • Amilton Aquino says:

      Veja só que ponto as coisas chegaram. O crítico não refuta o conteúdo do documentário, mas abre a resenha classificando-o como “cômico e exagerado”. A justificativa para tais adjetivos foi o uso de recursos sonoros de tiros para dar mais dramaticidade ao conteúdo, algo desnecessário, segundo o autor da crítica, já que as imagens de valas comuns já falam por si só. Ou seja, o sujeito tem duas horas de imagens, informações, depoimentos de sobreviventes, historiadores para analisar, mas o que chama mais sua atenção são sons de tiros usados para trazer um pouco mais de realismo às imagens mudas do início do século XX! A única explicação que encontro para isso é a mistura de fanatismo esquerdista e a citação do mesmo jornal no documentário por ter publicado um artigo do braço direito de Hitler elogiando Lenin e apontando as semelhanças de recém falecido com Hitler.

  5. Amilton Aquino says:

    Aproveitando, deixo aqui também o link do filme “Stalin”, baseado na biografia da sua filha que viu uma ínfima parcela das atrocidades cometidas pelo pai: http://www.youtube.com/watch?v=jxP7FNX2nqk Ela morreu recentemente, exilada nos EUA, depois de morar também na Inglaterra na época em que foi realizado o filme. Como não poderia ser diferente, o filme foca nos bastidores dos vários assassinatos políticos ocorridos no período (a maioria de “camaradas” de Stalin), mas faz uma referência direta a matança de milhões de pessoas de fome para que a URSS pudesse exportar comida para outros países e assim financiar o projeto comunista. Vale a pena.

  6. Oneide teixeira says:

    Amilton, a grande virada Russa não foi o inverno e sim a desistência do japão em atacar a Russia.
    Os Russos seriam atacados pelos alemães pelo front europeu e pelo front oriental pelos japoneses, lembrando que o Japão e Russia já tinham entrado em guerra anos antes.
    Os japoneses não deram conta de dominar o oriente, lutavam em muitas frentes, inclusive a besteira de atacar os americanos.
    Quando os Russos confirmaram que o Japão não atacaria pelo oriente, todos os recursos foram colocados no front do leste europeu, por isso parece que de repente a contra ofensiva Russa foi estrondosa, na verdade os recursos dispersos se concentraram em uma frente.
    O Japão decide isso quando os Chineses nacionalistas e comunistas se unem contra eles.(a história parece um jogo de dominó).
    Os Japoneses assim como os Nazistas e comunistas tem uma divida com a humanidade pelos seus crimes de guerra, apesar do sofrimento imposto pelas duas bombas atômicas. A crueldade Nipônica foi pior ou no minimo igual a da Nazista-comunista.

    • Amilton Aquino says:

      Ótima contribuição, Odeide. Já vi em documentários imagens reais das dificuldades dos alemães em solo russo. Já vi esta informação sobre o impacto decisivo do inverno russo em várias fontes. Mas, de fato, o que vc aponta parece bem mais relevante. Vou dar uma pesquisada no assunto. Abraço!

  7. Abbud says:

    O mais incrível desta história de como os Nazistas perderam a guerra atacando a Rússia, é que Napoleão perdeu do mesmo jeito! Felizmente estamos entrando em uma era de informação quase plena, e é cada vez mais difícil regimes ditatoriais sobreviverem, mesmo o populismo latino não sobreviverá, neste caso por conta de uma combinação de maior informação da população e sustentabilidade econômica.

  8. Oneide teixeira says:

    Que o nazismo não é de direita era coisa ceta na época de sua derrota com o tempo a esquerda inverteu a posição.
    O nazismo(fascismo) é um regime socialista não marxista, o comunismo socialismo marxista.
    O socialismo(alemão) existe antes de Marx, tanto que os socialistas afirmam que Marx deturpou o socialismo..
    Tenho que estudar para ver quais são os principios do antigo socialismo pré Marx.

    • Amilton Aquino says:

      Este é o ponto, Oneide. Infelizmente os historiadores marxistas que dominam a narrativa histórica praticamente riscaram da história o socialismo original.

  9. tema says:

    corajoso e depurado!!! parabéns!

  10. Lúcio Sátiro says:

    Milton, só digo uma coisa: obrigado pela série de posts.São muito instrutivos e esclarecedores, aprendi muito com eles.Estou sem tempo devido à faculdade, mas logo espero ter tempo para ler Ação Humana, de Von Mises, além de Os Fundamentos da Liberdade, O Caminha da Servidão ,e etc. De fato, até aqui entre você e os interlocutores foram abordados temas de viés acentuadamente histórico-filosófico-político sobre nazismo e socialismo. Tenho como opinião pessoal que em um dos parâmetros possíveis- o moral- nem o nazismo nem o socialismo ficariam tampouco de pé. Se analisarmos o socialismo do ponto de vista moral, principalmente após o advento de Marx, veremos a loucura e a demência que atinge alguns cegos ao defenderem esse lixo. Nazismo nem se fala. Especialmente o socialismo marxista e seus defensores, que eu costumo pessoalmente taxar de “marxistas messiânicos” mostra ser de um fanatismo muito maior do que as mais fanatizadoras crenças religiosas.
    De fato, e tomando o cuidado de não ferir a sensibilidade dos religiosos, o marxismo cultural é mais fanatizadoramente eficaz do que 100 pastores neo-pentecostais juntos, ou 200 mulás xiitas. É algo para ser feito um estudo sério pela psicanálise, psicologia ou por algum mecânico bem formado e atualizado que encontre o parafusos que faltam nessas cabecinhas ocas. Quando você tiver um tempinho, fala do “todo bondoso” Tio Pol Pot. O tio Pol Pot, aquele que em nome do comunismo matou um terço de sua própria população. Proporcionalmente, não sei se Satlin matou um terço dos russos, mas Pol Pot sim, lá no Camboja.
    Os marxistas messiânicos, cujo deus é o socialismo, o seu supremo profeta é Marx e seus textos sagrados, O Capital são especialistas em trazer à tona nos seres humanos o que há de pior: a inveja e o ressentimento. Ou seja, odeie cada um que estiver melhor que você, e ponha a culpa de suas escolhas em todo mundo, em Deus, no azar, no Estado, no olho gordo do vizinho, só não atribua as decisões de vida a você próprio, só não levante a bunda da cadeira e toem as rédeas da vida nas mãos. É de um vitimismo nojento, é de um coitadismo espetacular o modo como os esquerdistas se comportam.
    Uma coisa engraçada: uma vez, ao debater com um comunista, casualmente PROFESSOR DE HISTÓRIA de minha cidade, eu citei algumas fontes e ele me acusou de meus comentários não terem autenticidade ou não serem confiáveis por que eu citei algumas fontes que peguei em um blog. Aí eu fiquei pensando: o conhecimento é passado de geração em geração, e isso até pouco tempo, era feito através de livros.O surgimento da internet invalidou a informação que nós podemos encontrar em uma fonte dela própria ? Os fatos irão mudar por isso ?
    Bem, ao lado de fontes como “Meu Professor de História Mentiu para Mim”, “Porco Capitalista” e sites como o Instituto Mises Brasil, o Visão Panorâmica vai contribuir e muito, para aumentar o meu conhecimento e embasar meus argumentos.
    Muito obrigado, cara.

    • Amilton Aquino says:

      Obrigado Lúcio. Estes “professores” vão continuar na falácia do apelo a autoridade, pois não resistem a um debate honesto. Não sei se vc acompanhou os comentários, mas já debati com dois aqui e ambos saíram de fininho. Não sou historiador, mas sou inteligente o suficiente para usar a lógica para tirar algumas conclusões com base em fatos históricos e também nas conclusões de historiadores revisionistas. Estes “professores” não pensam por si. Preferem ficar repetindo a balela que ouviram sem questionar. Se alguém me provar que estou errado, mudo o texto. Porém, até aqui os debates só serviram para fortalecer ainda mais minhas convicções. Abraço!

  11. Luuciano A. says:

    Excelente série, eu já tinha reparado na absurda classificação de nazistas e fascistas como “extrema-direita”, ora se o liberalismo é a direita, como pode ideologias totalmente anti-liberais estarem mais a direita que os liberais? Não faz sentido nenhum!

    Para mim, ser de direita é apoiar a liberdade econômica, o estado de direito e o individualismo (o que inclui a liberdade de opinião e religião). Os nazi-fascistas são contra tudo isso.

    E você foi muito bem nos comentários refutando aqueles que ainda tentam apoiar essas deturpações.

    Abraço!

    • Amilton Aquino says:

      Obrigado, Luciano. Faltam ainda dois posts para encerrar esta série. Volte sempre a ajude a divulgar. Precisamos desmascarar estes marxistas que dominam o meio acadêmico. Abraço