Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos. Pelo mesmo motivo (Eça de Queiroz)

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Diferenças fundamentais entre Esquerda e Direita (parte 3)

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Edmund Burke, o pai do conservadorismo

No primeiro post desta série falamos das cinco diferenças fundamentais entre a Esquerda e a Direita que permanecem atuais desde o início. No segundo, vimos como o marxismo infiltrou-se nas universidades e na cultura e anexou novas bandeiras ao esquerdismo. A partir deste post, vamos falar um pouco sobre cada uma das atuais vertentes da guerra ideológica.

E como já ficou claro até aqui, são os esquerdistas quem definem quem é de direita. Ao propor suas bandeiras que tentam moldar o futuro da humanidade, todos que não concordam com os pontos propostos pelos esquerdistas são caracterizados como de direita. Naturalmente, este grupo que sobra (ou seja, o resto) é bem heterogêneo, apesar da esquerda o pintar sempre como um poderoso ente conspirador, unido, bem estruturado, organizado e sempre disposto a conspirar contra os “trabalhadores”.  Mas a história real não é bem assim. Existem na direita vários pontos de vista que derivam de dois grupos bem diferentes e, em muitos aspectos, antagônicos: conservadores e liberais. Vamos começar pelos primeiros.

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Debate sobre a macroeconomia brasileira

debateOlá amigos. Infelizmente não sobrou tempo para escrever neste fim de semana.  Então vou deixar os links de dois debates que assisti recentemente que reforçam bastante o cenário que mostramos no nosso último post.  O primeiro foi promovido pelo Instituto Millenium, reunindo os economistas Armínio Fraga, Gustavo Franco, Henrique Meirelles e Raul Velloso (ver aqui  e aqui).  Na verdade, este não foi um debate, e sim um colóquio, afinal todos os economistas têm opiniões semelhantes sobre os rumos da nossa economia. Leia mais

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Acende o sinal vermelho na economia brasileira

sinal_vermelhoQue os indicadores da economia brasileira têm piorado no governo Dilma é um fato. Até mesmo o PT reconhece isso (nos bastidores, claro). Não se trata apenas do murmúrio da oposição que torce pelo “quanto pior melhor”, algo que o PT sempre fez antes de chegar ao poder e que agora recorre sempre para rotular quem ousa a criticar seu governo. A crítica é generalizada entre os economistas, até mesmo entre os keynesianos, a linha seguida pela equipe econômica atual.

E como não dá mais para tapar o sol com a peneira, o governo apela então para sua velha trincheira: a comparação descontextualizada ao governo FHC. Funciona com os eleitores menos informados, mas não ajuda a resolver os problemas nem ao menos recuperar um pouco da credibilidade perdida nos últimos anos. Pelo contrário, tais comparações tendem a deixar o governo ainda mais complacente como os indicadores que pioram a cada ano. E não são dois ou três indicadores que pioraram. São quase todos.Vejamos: Leia mais