O pior cenário está se confirmando

Pancadaria-petista-1-480x291No meu primeiro artigo do ano citei três possíveis cenários para o “novo” governo Dilma, indo do pessimista, passando por um intermediário (esperado pelo próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy), até o otimista sonhado pelos petistas.

Dois meses depois já podemos afirmar, sem sobra de dúvidas, que a coisa “evoluiu” para o pior cenário, apesar dos esforços do Levy em atenuar os efeitos retardados da política econômica equivocada do governo do PT, culminando com o anúncio de novas medidas amargas nesta semana, que contrariam ainda mais o cenário pintando pela presidanta candidata.

Em quase todas as notícias econômicas divulgadas desde 2013, os números oficiais saíram piores que as previsões. E não por acaso, a expectativa de crescimento para 2015 vem sendo revisada para baixo a cada novo boletim divulgado pelo próprio Banco Central, passando de um leve crescimento no início do ano para uma recessão de 0,42%. Isto sem contar com o risco de duplo apagão e demais fatores que vou listar na sequência. Só para refrescar a memória daqueles que viviam dizendo que éramos excessivamente pessimistas e/ou “torcedores do contra”, a previsão do governo do PT, até o final de 2014, era de um crescimento na casa dos 3%! (ver aqui). Agora já tem gente trabalhando com um cenário de recessão na casa dos 2% caso se agrave um pouco mais a situação dos reservatórios.

E para se configurar a “tempestade perfeita”, que nos levaria ao pior cenário, citei quatro pontos importantes que, se confirmados, se somariam a herança maldita petista, tornando-nos muito mais parecidos com os nossos vizinhos ideológicos mais adiantados no processo esquerdizante: Venezuela e Argentina.

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